É isso aí, tudo indica que a guerra acabou, só não foi declarado um vencedor por… consideração, quem sabe. Blu-Ray dominou a grande maioria do mercado de filmes, graças aos contratos de exclusividade recentemente adquiridos pela dona do azulzinho, Sony. O HD-DVD, da Toshiba, anda levando mais rasteiras que personagem de Mortal Kombat, e, ao meu ver, está fadado à morte.
É uma pena. Apesar de armazenar menos, sempre fui mais chegado ao HD-DVD, tudo nele é mais barato, os players, a produção e (em decorrência disso) as mídias. Mas agora que a Warner, a Universal, a Blockbuster e cia adotaram oficialmente o Blu-ray, o HD-DVD vai começar a valer menos que um CD (não em preço, claro). Isso inclui os players também, não estranhem se daqui alguns dias o player de HD-DVD custar tanto quanto um DVD player (tá, posso estar exagerando).
Pelo jeito é “U-oh U-oh U-oh” pro HD-DVD
O jeito é torcer para que os preços do Blu-Ray e seus players baixem, porque cá entre nós, tá muito caro, muito mesmo. A coisa mais barata que roda Blu-Ray (e um dos grandes responsáveis por seu sucesso) é o Playstation 3, que ainda assim, é bem carinho…
Stephen Hobley arranjou um jeito de usar lazers e um software sintetizador para produzir uma espécie de harpa laser (a qual ele denominou de Laser Harp, aposto que você não imaginava!). O negócio é fantástico, vale a pena dar uma conferida:
O sujeito ensina como construir um, isso você confere no Swongled. Tá bom que você tem que ser muito animado e saber de engenharia pra tentar, mas eu não sei quem é você, leitor (hehehehe).
Violão do futuro? Espero que não…
Acho que dá pra tocar um “Final Countdown” tão irritante quanto o original usando esse negócio aí.
A Apple acaba de fazer uma proteção do nome “APPLE” para produtos eletrônicos voltados para diversão (resumindo: video-games). A proteção dá direito ao uso da marca para “toys, games and playthings, namely, hand-held units for playing electronic games; hand-held units for playing video games; stand alone video game machines; electronic games other than those adapted for use with television receivers only; LCD game machines; electronic educational game machines; toys, namely battery-powered computer games.”
Ou seja, ou o Jobs quer trabalhar (job, trabalho, sacou, sacou?!?! ¬¬) com portáteis ou consoles, ou, o que eu acredito ser bem possível, já está desenvolvendo seu brinquedinho eletrônico. Acredito que para nós é uma maravilha, quanto mais consoles, maior disputa, menores preços e mais jogos. Só não estou tão certo de que é uma boa pra Apple, pelo menos na atual geração de consoles, que está em pleno fogo alto. Playstation 3, Xbox360° e Wii já têm distribuídos entre si boa parte das exclusividades e contratos de parceria, então, a não ser que a Apple esteja querendo investir pesado, não sei se teremos bons jogos em um novo console.
Acho mais provável um fracasso tão grande quanto a antiga investida da Apple no universo dos gamers:
Pip pin: video-cassete, bigorda ou video-game??
Esse caixote aí (perdão, Xbox) é considerado por muitos um dos maiores fracassos do mundo tecnológico, inclusive no quesito design. Eu acredito que a Apple poderia ter mais sucesso investindo em um portátil que em um console, mas vai saber…
Para quem ainda não sabe do que se trata, Android é “uma pilha software para dispositivos móveis, que inclui um sistema operativo, middleware e aplicativos-chave. Esta olhar precoce para o android SDK fornece as ferramentas e APIs necessárias para começar a desenvolver aplicações na plataforma android usando a linguagem de programação Java” (tradução do google da definição oficial do.. ah… google).
Resumindo (ainda mais), é um sistema totalmente novo a ser usado em celulares, que vai possibilitar o desenvolvimento tanto de softhouse quanto “caseiro” (homebrews) de aplicativos para celular. Ótima notícia, certo? SIM! Pra nós… O problema aqui é (são): as operadoras.
A liberdade de programação e instalação de aplicações no celular pode acabar atrapalhando as formas de ganhar mais dinheiro (e mais e mais e mais) das operadoras. Vou usar um exemplo que li no Meio Bit: “Um SMS custa pelo menos R$0,25. GPRS custa R$0,04/KB. (valores aproximados). Será que a Vivo gostaria de um telefone com uma aplicação “pseudoSMS” enviando mensagens curtas de texto por R$0,04 ao invés de R$0,25?” (exemplo dado por Carlos Cardoso).
Não acho que as operadoras poderão fazer muita coisa, e mesmo que fizerem, uma ou outra vai abraçar a idéia justamente para ter um diferencial (e é claro que sempre encontram um jeitinho de fazer qualquer coisa funcionar em qualquer coisa/lugar, vide iPhone no Brasil). Umas das alternativas é contratar Blade Runner’s…
(hahaha… que sem graça…)
Acho que agora deu pra entender, certo? Bom, esse problema não é muito nosso, o que podemos fazer é assistir o que vai acontecer e torcer pra sairmos ganhando. Até agora a Texas Instruments e a LG (entre outras) já estão trabalhando em celulares que suportarão o novo sistema, é esperar pra ver.